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Programas para terapeutas ocupacionais: agenda, registos e relatórios ditados
O terapeuta ocupacional passa o dia entre sessões, visitas domiciliárias e reuniões com escolas e famílias. No fim sobra a parte invisível: registos de sessão, avaliações e relatórios para a escola, o médico ou o seguro.
Este guia arruma as ferramentas por função, diz o que verificar antes de escolher e mostra onde o ditado por voz alivia a escrita clínica.
As ferramentas por função
- Agenda e lembretes: Google Calendar ou a agenda do teu programa clínico. Um lembrete automático por SMS ou email reduz as faltas.
- Processo clínico electrónico: guarda anamnese, avaliações, plano de intervenção e registos por utente. Pede sempre um período de teste.
- Avaliações padronizadas: muitas escalas têm folha de cotação própria. Guarda o resultado no processo, não em pastas soltas.
- Documentos: Word ou Google Docs para relatórios longos, com modelos por tipo.
- Material terapêutico: Canva ou o editor de texto para rotinas visuais e orientações para casa.
- Ditado por voz: para escrever registos e relatórios a falar.
O que verificar antes de escolher
- Onde corre: no browser, no telemóvel ou só num computador da clínica. Em visitas domiciliárias e escolares precisas do telemóvel.
- Se está em português: ecrãs, modelos e vocabulário da TO.
- Como guarda os dados: dados de saúde são dados sensíveis pelo RGPD. Pergunta onde ficam, quem lhes acede e como exportas tudo se saíres.
- Modelos: dá para criar modelos de avaliação, registo de sessão e relatório de alta?
- Custo total: por profissional, por utente ou por clínica. Faz a conta com o teu volume real.
Os textos que comem mais tempo
O relatório de avaliação é o mais comprido: história, desempenho ocupacional, componentes avaliados, resultados das escalas, conclusão e plano. Depois vêm os registos de cada sessão, os relatórios para a escola com orientações para a sala, e os relatórios para médico ou seguradora, que pedem objectivos e frequência fundamentados.
- Escreve logo a seguir à sessão, com os detalhes frescos.
- Usa uma estrutura fixa: objectivo, actividade, resposta do utente, conduta.
- Guarda num modelo as frases que se repetem e diz só o que muda.
Onde o ditado por voz entra
A falar produzes perto de 130 palavras por minuto; ao teclado, cerca de 40. Num registo curto a diferença é pequena; num relatório de avaliação, não. O usarvoz escreve o que dizes na caixa aberta, seja o programa clínico no browser, o Google Docs ou o WhatsApp.
- No computador, instala a extensão do usarvoz no Chrome e entra com o email (código de 6 dígitos, sem palavra-passe).
- Abre o programa clínico no browser e clica no campo do registo. Clica no botão azul do microfone ou carrega em Alt+Shift+V.
- Fala pela estrutura, como falas: fala como falas: o usarvoz pontua sozinho; se disseres a pontuação, respeita-a. Diz "novo parágrafo" entre Objectivo e Actividade e o texto muda de parágrafo. Clica outra vez para inserir.
- Nas visitas, usa o telemóvel: a bolha no Android ou o teclado usarvoz no iPhone, com a sessão de ditado ligada.
- Junta ao dicionário da conta os termos e nomes de escalas que usas, até 500 palavras.
O áudio é apagado depois da transcrição e o texto não fica no nosso servidor, a não ser que actives o histórico. Não digas o nome completo do utente se o teu protocolo não o permitir.
Escreve o próximo registo a falar. 30 minutos grátis, sem cartão.
Experimentar grátisPerguntas frequentes
O usarvoz é um programa clínico?
Não. Escreve por voz dentro do programa ou do documento que já usas.
Funciona com qualquer programa?
Funciona nos que abrem no Chrome e nas apps de telemóvel com caixa de texto, pela bolha ou pelo teclado.
Quanto custa?
30 minutos grátis. Depois, 5,99 € por mês com 8 horas de ditado na nuvem.